
| Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes |
| Quinta, 10 de Junho de 2010 18:09 |
| O tráfego das pessoas é uma questão significativa para quem vive em grandes cidades. Congestionamentos, falta de vagas, poluição, atropelamentos são alguns dos temas evocados quando se pensa mobilidade urbana. O segundo dia do seminário A pós-graduação e o desafio das metrópoles promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na quinta-feira, 10, tratou desse tema em uma mesa-redonda sobre circulação e mobilidade no espaço metropolitano. Ao final, os palestrantes deixaram claro a necessidade de uma abordagem multidisciplinar do tema. A professora Maria Leonora Maia, da Universidade Federal de Pernambuco, explicou como nos últimos dez anos ocorreu uma “explosão da mobilidade” nas grandes cidades brasileiras: se viaja mais, para cada vez mais longe e de maneira individual. Os poucos investimentos em transportes nao-motorizados e públicos podem levar, para a especialista, a uma “imobilidade” das metrópoles. “Os congestionamentos são cada vez mais frequentes. Promovemos um estilo de vida dependente do automóvel. Em algumas cidades, chega-se a ter dois habitantes por veículo. Um aumento do número de automóveis maior que o próprio aumento da população”, explica a professora. Segundo Maia, a mobilidade se comporta de forma distinta para diferentes classes sociais, quanto mais alta maior o índice do uso do transporte privado. “A carência de transporte público reforça a exclusão da população pobre e incentiva as viagens de automóveis de quem o possui, trocando viagens curtas a pé e de bicicleta por locomoções de carro”, afirmou. Prá ler mais: |
Oiê!
ResponderExcluirAdorei seu blog... cheio de montes de coisas interessantes sobre a megalópole, né?
Dê uma olhada nesse texto que usei pra um trabalho, talvez te interesse: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_saude_precaria_de_uma_velha_senhora.html
Beijos e boas blogadas!
K.