sábado, 20 de novembro de 2010

Dia da Consciência Negra







Nega Duda, a sambadeira do Recôncavo Baiano apresentou-se na Casa das Rosas para comemorar o Dia da Consciência Negra. Foram mais de duas horas de uma festa que eu chamei de balada afro, onde todos dançaram e cantaram com o grupo baiano. As mulheres ganharam de Nega Duda uma rosa e os homens uma fitinha do Bonfim. Prá saber mais sobre o grupo basta procurar na rede e o mail para contato com ela é: negaduda@gmail.com



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Protesto Anti Homofobia na cidade

Palco de agressões homofóbicas nessa semana, a Paulista hoje tem um manifesto Anti Homofobia, próximo ao Metrô Brigadeiro. Quem passa por lá tem a chance de integrar um abaixo assinado em prol da criação da lei anti homofobia que dispões penalidades à prática de discriminação em razão de orientação sexual. A iniciativa é do deputado do PSOL, Carlos Gianazzi. Vale dar uma passadinha por lá.

Sampa Zen


São Paulo também tem espaço para a espiritualidade em meio ao tumulto urbano. Uma vez por mês, monges budistas se reunem no alto do Edício Copan para meditar. Fotos de Nelson Antoine.

domingo, 7 de novembro de 2010

C&A - descarte de pilhas e celulares velhos



Vai fazer compras na C&A do Shopping Morumbi? Aproveite para descartar pilhas, baterias ou aquele celular velho que está perdido na gaveta há tempos. Gostei da iniciativa da loja.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Prá onde vai o lixo?

Saiba o que acontece com o lixo produzido em São Paulo, que não possui mais aterro próprio

http://goo.gl/U4Gxi

Letícia de Almeida Alves
Casa Sustentável – 09/2010

Você pode não saber, mas a maior cidade do país não tem onde depositar o lixo doméstico e comercial de seus mais de 10 milhões de moradores. A metrópole está sem aterro próprio desde novembro de 2009. Atualmente, a prefeitura se vale de dois depósitos privados, nos municípios de Guarulhos e Caieiras, para descartar 12 mil toneladas diárias, a um gasto mensal de R$ 6,6 milhões aos cofres públicos.

O último aterro em funcionamento, o São João, localizado em São Mateus, zona leste da capital, possui uma montanha de 28 milhões de toneladas acumuladas ao longo de seus 17 anos de funcionamento. Sua manutenção pelos próximos 20 anos inclui a queima de gás metano (hoje são 18 mil Nm³ por hora), iniciativa que gera créditos de carbono para a prefeitura e para a Biogás Energia Ambiental, e ainda o transporte diário de quase 6 mil toneladas de chorume para tratamento na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Em meados de julho, começaram as obras para o novo aterro sanitário paulistano, a Central de Tratamento de Resíduos Leste (CTL). O projeto está sob o comando da Ecourbis Ambiental, uma das responsáveis pela coleta de lixo e destinação dos resíduos na capital (leia o item Coleta, acima à dir.). O empreendimento funcionará dentro de uma área de mata Atlântica, perto do saturado São João

LIXO
Atualmente, nos grandes centros urbanos, a geração de resíduos sólidos cresce mais do que a população. Cada paulistano produz 351,41 kg de lixo por ano, em média. Traduzindo: quem viver até os 70 anos terá descartado 25 toneladas de detritos. Número que poderia diminuir drasticamente se, das 18 mil toneladas recolhidas por dia, os 35% de materiais recicláveis realmente passassem por esse processo (hoje, menos de 1% é de fato reciclado). A negligência custa caro: em São Paulo, a despesa anual com limpeza urbana ultrapassa R$ 760 milhões.

COLETA
Na capital, 100% desse serviço é terceirizado. Em 2004, duas empresas venceram a concorrência pública que assegurou a concessão por 20 anos, no valor de R$ 9,8 bilhões. A Ecourbis é responsável por atender 1,6 milhão de domicílios da região sudeste, formada por 18 subprefeituras. Já a Loga atende a região noroeste da cidade, com 13 subprefeituras e 1,4 milhão de domicílios.

TRANSBORDOS
São pontos de destinação intermediários criados em função da distância entre a área de coleta e o aterro sanitário. É onde fica o lixo descarregado dos caminhões compactadores e que depois segue adiante. Hoje há três Estações de Transbordo na cidade de São Paulo.

LIXÕES
Locais onde os resíduos sólidos são despejados diretamente no solo, sem medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública. Acarretam problemas como a proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos) e a poluição do solo, de rios e lençóis freáticos através do chorume (líquido produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo).

ATERROS SANITÁRIOS OU CONTROLADOS
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), um aterro sanitário é caracterizado pela disposição de resíduos sólidos urbanos no solo sem causar danos ou riscos à saúde pública, minimizando os impactos ambientais. Utilizam-se técnicas para confinar os resíduos e cobri-los com terra, camada por camada. Esses locais produzem biogás e chorume por até 20 anos, necessitando de constante manutenção.

INCINERADORES

Reduzem o volume de resíduos e destroem micro-organismos encontrados principalmente no lixo hospitalar e industrial. Depois da queima, o material restante pode ser encaminhado para aterros sanitários ou reciclado. A incineração é uma boa alternativa, desde que dentro de um programa de cogeração de energia.

CATADORES

Nas ruas de São Paulo existem mais de 25 mil catadores de lixo reciclável.

GP do Brasil é no domingo. ENEM também.

A filha de uma amiga vai fazer exame do ENEM nesse domingo e será próximo de Interlagos. Ela já está em cólicas de pensar na dificuldade de chegar ate lá, pois é dia de GP de F1.

Os estacionamentos na região do autódramo já estão com as vagas devidamente reservadas para alguns prevenidos fãs da corrida. Confira na matéria do G1:

http://goo.gl/8vHZ8

Estacionamento ao lado de Interlagos já tem vagas reservadas no domingo

Cerca de 30 vagas já foram acertadas com clientes de anos anteriores.
Valor a ser pago será de R$ 30 para o GP do Brasil em SP.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) fez campanha para que o público do GP do Brasil de Fórmula 1, realizado no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, vá até o local de transporte público ou táxi, deixando o carro em casa. Entretanto, ainda há quem queira ir com seu próprio veículo. Um estacionamento em um posto desativado ao lado do portão 8 funcionava desde as 6h desta sexta-feira (5) e já tinha 30 vagas reservadas para o domingo (7).

“O pessoal que para todos os anos aqui começa a me ligar em julho para reservar a vaga”, conta Nock Campos, de 44 anos, que coordena o local. “Temos mais ou menos 45 vagas, e 30 estão reservadas. As outras são para quem chegar depois. A gente dá um jeito, é que nem coração de mãe.”

Segundo ele, no domingo o movimento de veículos começa ainda mais cedo, por volta das 5h, e às 10h já não há mais vagas. Para coordenar tudo, seis pessoas trabalham no local. O estacionamento é um dos que ficam mais próximos ao autódromo eé possível acessá-lo por uma rua que não será interditada no fim de semana. Diversas vias da região serão bloqueadas pela CET, permitindo o acesso apenas de carros cadastrados e de moradores.

O preço para os clientes cativos será de R$ 30 no domingo, de acordo com o comerciante. Nesta sexta, o valor variava de R$ 15 a R$ 20. “Não dá para perder o cliente, a gente negocia.” O comerciante, entretanto, reclama do baixo movimento nos últimos anos – ele trabalha no local há oito temporadas. “Antes vinham muito mais carros. Diminuiu muito o número de pessoas que vem de carro.”

Semana cheia de programação cultural

http://www.semanaticketcultura.com.br/

Semana Ticket Cultura oferece 200 atrações com entrada gratuita

Em dez dias, o público paulistano pode conferir uma série de 200 eventos culturais gratuitos (entre circo, música, cinema infantil, teatro e exposições). As atrações estão dentro da 4ª edição da Semana Ticket Cultura & Esporte, que começa na sexta-feira (5) e vai até o dia 15 de novembro.

A cantora Mariana Aydar faz o show de abertura na quarta-feira (3), no HSBC Brasil (zona sul de São Paulo).

A programação completa da semana está no site www.semanaticketcultura.com.br.

Veja alguns destaques da programação

Mariana Aydar
A cantora abre o evento com show no HSBC Brasil. No repertório estão canções de seus dois discos: “Kavita 1″ e “Peixes Pássaros Pessoas”. Os ingressos podem ser retirados na quarta-feira (3), das 12h às 22h, na bilheteria do teatro.

Música Instrumental
O quarteto de câmara Zauberflöte Ensemble se apresenta no dia 9/11, às 12h30, no auditório do Masp. Já a Tradicional Jazz Band faz show no dia 14/11, às 13h30, na praça Victor Civita.

MAM
O Museu de Arte Moderna fica com entrada franca durante a semana. O público pode conferir as exposições de Ernesto Neto e de Raymundo Colares, além do Festival de Jardins.

Teatro Infantil
Espetáculos como “O Doente Imaginário”, “A Odisseia de Arlequino” e o inédito “O Cortesão e o Tempo”, da dramaturga Marília Toledo, serão encenados na praça Victor Civita e em unidades dos CEUs – Centros Educacionais Unificados.

Dia 8 Cinema Nacional custa $2,00


Dia 8 de novembro as 428 salas dos 52 complexos de cinema da Rede Cinemark estarão voltados para as produções nacionais com preços promocionais de R$ 2 pela 11ª edição do Projeta Brasil.

A Campanha publicitária desta edição é estrelada pela atriz Denise Fraga. Toda a verba obtida com a venda dos ingressos do evento é revertida para projetos ligados à indústria cinematográfica, como premiação de longas e curtas-metragem, apoio a festivais, restauração de cópias, realização de campanhas e outros.

Esta iniciativa da Cinemark, a maior rede exibidora do país, é uma homenagem à produção nacional e uma forma de aproximar o público de cinema dos filmes brasileiros.

Entre os longas-metragens do XI Projeta Brasil estão títulos como ‘Tropa de Elite 2’, ‘Chico Xavier’, ‘Sonhos Roubados’, ‘Xuxa em O Mistério de Feiurinha’ e ‘É proibido Fumar’. Ao todo, mais de 20 filmes estarão disponíveis para o espectador.

O XI Projeta Brasil traz filmes de todos os gêneros e para todas as idades. Destacam-se nesta edição os filmes “Tropa de Elite 2″, “Nosso Lar”, “Chico Xavier – O Filme”, “As Melhores Coisas do Mundo”, “Xuxa em O Mistério de Feiurinha”; “O Bem Amado”, “400 contra 1″, “5x Favela – Agora Por Nós Mesmos”, e outros.

Confira a programação completa:

http://www.cinemark.com.br/acao/projetabrasil.html

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Kassab quer aumentar próprio salário em 95%

Com 20 votos contra, 19 a favor e duas abstenções, os vereadores de São Paulo vetaram nesta quarta-feira, em primeira votação, o aumento salarial do prefeito da cidade, Gilberto Kassab (DEM), sua vice, Alda Marco Antonio (PMDB), e dos 27 secretários. O PL 712/2009, proposto pela Mesa Diretora da Casa, foi barrado também no final de 2009.

"A Casa já discutiu bastante esse assunto no ano passado. Imagine você que um subprefeito tem um salário um pouco acima de R$ 5 mil. Nós não vamos conseguir manter quadros de bom nível se não estiverem à altura do que eles teriam se estivessem na iniciativa privada. Precisamos assumir a responsabilidade de debater o assunto", disse o vereador Paulo Frange (PTB).

O vereador Wadih Mutran (PP) afirmou que os valores dos salários reajustados não serão exatamente os que estão sendo divulgados, pois há o desconto destinado ao Imposto de Renda. "Todos que estão trabalhando têm competência para receber um bom salário. Vamos analisar melhor", disse. O assunto deve ser votado mais uma vez, pois para ser vetado definitivamente precisa de 28 ou mais votos contrários.

Fonte:

http://goo.gl/ljUgp

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Polícia de patinetes elétricos

A novidade na Paulista é o uso, em cárater de teste, de dois patinetes elétricos para policiais militares. Eles andam deslizando pelas calçadas e a intenção do equipamento é auxiliar nas ocorrências diárias da avenida. São inúmeros assaltos e a polícia tem um registro de mil ligações mensais de roubos no comércio da região. Não parece mas, a coisa é feia desse jeito. Esperamos que o novo meio de locomoção dos policiais seja aprovado mas que, não se transforme em mais um desconforto para os pedestres, assim como os skatistas. Confira no vídeo:


domingo, 24 de outubro de 2010

Skate na Paulista não dá certo

Nada contra o skate ou os skatistas mas, esse tipo de esporte na Paulista, no meio dos pedestres não é viável. A prática do skate nas calçadas da avenida tem se tornado cada vez mais frequente e o desconforto para andar no meio deles é grande. Eu já presenciei algumas vezes idosos e mulheres quase atropelados por um skatista, inclusive eu. A culpa é do pavimento liso e de concreto que propicia aos garotos suas manobras com mais segurança. Pena é que, o resto da população que circula diariamente na avenida não tenha mais tanta segurança como antes. A mesma prefeitura que por um erro qualquer, diz ser proibido o uso de jetski num parque que, sequer uma fonte de água tem, afirma não ter como proibir a prática dos skatistas. Apenas serão investidas atitudes mais severas por parte da subprefeitura, caso o patrimônio público esteja ameaçado ou algum pedestre desavisado se acidentar. Será que precisa de algum acidente acontecer, para uma nova regra surgir? Também reconheço a falta de áreas livres ou pistas para os skatistas mas, em plena Paulista não acho o lugar ideal.





Fotos: Maria Alice Vasconcellos

sábado, 23 de outubro de 2010

Acessibilidade urbana e Buracos


Buracos, desníveis. Quem anda pelas ruas e é pedestre diário sabe do desafio que estou falando. Não se trata de periferia ou de centro, o descaso e o problema é o mesmo para qualquer região da cidade. Fico pensando nos cadeirantes e na sua difícil (quase impossível) acessibilidade urbana. Além da dificuldade de transporte público, poucos serviços estão ao alcance dos cadeirantes. Há algum tempo atrás, solicitei ao dono da Cacau Show em frente de casa, para colocar uma rampa de acesso na loja, para que eu pudesse levar minha mãe em sua cadeira de rodas, para tomar um café. O argumento dele foi em relação à matriz, que deveria aprovar o projeto na entrada da loja mas, que eu poderia ficar tranquila, pois ele iria tomar as providências devidas. Já se passou um tempão e nada aconteceu. Minha mãe nunca foi tomar um café lá, tampouco qualquer outro cadeirante. Quanto aos buracos, imensos e inúmeros são também responsabilidade dos munícipes. Cada pedaço de calçada é obrigação do condomínio, da loja e etc. em manter tudo em ordem. Nossa cultura não prevê nem ensina investimentos para os outros mas, aos poucos é preciso pensar que, pedestre é um cidadão e merece o mínimo de respeito para circular nas calçadas da cidade.

Ruas na região da Paulista ganham cinzeiros





Depois dessa lei anti fumo e da caça desenfreada aos fumantes, as ruas se transformaram em verdadeiros cinzeiros gigantes e a sujeira deixou a cidade mais feia. Gostei do que tenho visto em alguns pontos da região da Paulista: alguns comerciantes disponibilizam cinzeiros pelas ruas. São bituqueiras adotadas por condomínios que, ganharam a simpatia da prefeitura, com o slogam impresso: mantenha a cidade limpa. Na Paulista quase esquina com a Brigadeiro, na lateral da banca de jornal, o condomínio do Banco do Brasil deixa diariamente 4 lixeiras/cinzeiros à vista. Embora eu ache que, seria obrigação da Prefeitura se preocupar com o destino do resto dos cigarros, gostei da iniciativa dessas pessoas. Agora é só esperar que todos se acostumam com os cinzeiros e deixem de jogar seus cigarros e lixo pelas calçadas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Prefeitura de São Paulo proíbe jet ski em parque na avenida Paulista

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/817281-prefeitura-de-sao-paulo-proibe-jet-ski-em-parque-na-avenida-paulista.shtml

Atenção, usuários do parque Mario Covas: está proibido navegar com jet ski ou a velocidades superiores a cinco nós (9 km/h), pular do píer, usar colchões infláveis ou pneus dentro da água ou nadar com trajes impróprios.

Isso se alguém encontrar área para banho no parque de 5.396 m2 --o equivalente a pouco mais de meio campo de futebol como o do Maracanã--, que ocupa um quarteirão da avenida Paulista. Os únicos indícios de água ali são banheiros e bebedouros.

As normas foram publicadas no "Diário Oficial" no dia 30, com regras de mais seis parques, entre eles três na represa Guarapiranga, onde há condições para esportes náuticos, e o parque Trianon.

PROIBIDO E LIBERADO

Com área de 48 mil m2 e também na avenida Paulista, o parque Trianon não tem restrições ao uso de embarcações, mas proíbe o uso de bicicletas, patins e skates.

Há vetos comuns nos parques, como deitar nos bancos, tocar instrumentos musicais ou empinar pipas. "Então não é mais um parque", reclamou o estudante Pier Marchi, 21, deitado em um banco no Trianon ontem.

Também é proibido usar trajes ou ter atitudes "atentatórias à moral e aos bons costumes". "E o que é atentar à moral? Cada um tem sua definição", disse o segurança Henrique Damaceno, também deitado em um banco.

Parques estaduais, como Villa-Lobos e Água Branca, também adotam a regra. Um dos vigilantes do Trianon, que preferiu não se identificar, disse que não barra pessoas com short curto ou homens sem camisa, que lotam o parque em dias quentes, embora proíba sungas e biquínis --vistos nos gramados do Ibirapuera.

Também deixa em paz as rodinhas de violão, se o som não estiver muito alto. E diz que só interrompe namorados "se estiverem sentados um sobre o outro".

Ele adverte, em média, 15 pessoas por dia, principalmente deitadas nos bancos, com mais de dez anos usando brinquedos do parquinho, deixando o cachorro invadir canteiros. Quando se recusam a obedecer, retira uma cópia do "Diário Oficial" do bolso para mostrar ao infrator-em casos de rebeldia, aciona a administração.

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente disse que a cláusula sobre trajes e atitudes consta do regulamento de todos os parques municipais e "visa o impedimento de atos obscenos". Disse também que há um regulamento padrão, que muda de acordo com o perfil do parque, mas houve uma falha no caso do parque Mario Covas e que os itens sobre navegação e natação serão retirados.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Kassab apoia estádio corintiano e não acredita em Morumbi na Copa

http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI4742698-EI2018,00.html

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, não se deu por vencido e ainda tenta fazer do Morumbi um dos estádios para a Copa do Mundo de 2014. Mas, mesmo a aproximação ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, não será suficiente para isso. A constatação foi feita pelo próprio Kassab, nesta terça-feira, durante visita ao CFA de Cotia, recanto das categorias de base do clube tricolor.

"Acho difícil. Falo isso do lado do meu amigo Juvenal, até porque foi uma nota oficial da CBF dada por seu presidente (Ricardo Teixeira), que deixou claro isso para o governador de São Paulo e eu estava presente também", afirmou o prefeito.

Kassab, sempre acompanhado pelo presidente são-paulino, demonstrou total apoio ao futuro estádio do Corinthians, que, horas antes, foi alvo de fortes críticas do próprio Juvenal. No entanto, o prefeito ainda não conhece o projeto estrutural do entorno do estádio paulista que tentará ser sede da abertura do Mundial.

"Eu não conheço o projeto, até porque está sendo feito agora. Não o projeto arquitetônico, mas o projeto técnico", declarou, antes de dizer que Itaquera cumprirá todos os quesitos do caderno de encargos.

Sobra a possibilidade de não haver tempo hábil para a conclusão do estádio corintiano, correndo o risco de São Paulo ficar fora do Mundial, o prefeito foi enfático e voltou a repetir que, de acordo com a estratégia inicial do Comitê Organizador Local (LOC), o Morumbi era o favorito para representar o Estado.

"Estou bastante sereno. Houve um esforço muito grande para o Morumbi. O presidente da República (Lula) esteve no Morumbi, o presidente da CBF. Depois, houve idas e vindas que não vem ao caso relembrar agora e a CBF decidiu descartar o Morumbi", disse.

"Pedimos um prazo para tentar viabilizar Pirituba, mas não conseguimos. Conseguimos economicamente, mas do ponto de vista da construção, faltariam quatro meses. Fomos comunicar e agradecer o presidente da CBF e, naquele mesmo dia, ele veio com a proposta do Corinthians. A partir daí, nos colocamos à disposição. Queremos a abertura em São Paulo", disse.

domingo, 17 de outubro de 2010

Disque 1188 para saber do trânsito na cidade

Sugestões sobre o trânsito, comunicação de semáforos quebrados, de situações decorrentes de acidentes ou alagamentos e solicitação de informações podem ser feitas através de um telefone da CET : 1188 . O serviço funciona 24 h por dia, durante toda semana. Com esse serviço, a população pode comunicar ocorrências de trânsito, obter informações sobre o rodízio de veículos, multas e recursos, veículos guinchados, orientações sobre o melhor trajeto de um ponto a outro da Cidade e também fazer reclamações.

Prá saber tudo:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=28044

A saúde precária de uma Velha Senhora

Aos 456 anos a cidade de São Paulo enfrenta problemas que, comparados aos de um organismo vivo, mostram condição próxima à falência múltipla de órgãos.

por Paulo Saldiva e Evangelina Vormittag
ARAQUEM ALCÂNTARA/SAMBAPHOTO/GETTY IMAGES
Crescimento desordenado de São Paulo fez com que mancha urbana invadisse áreas de proteção ambiental, com formação de ilhas de calor, entre outros desconfortos que afetam diariamente seus milhões de moradores.
O caso de São Paulo não é o único entre as metrópoles mundiais, ao menos em relação aos países em desenvolvimento. Mas é grave e não pode continuar ignorado, sob pena de custos crescentes pagos com o comprometimento da vida de seus moradores. Comparadas à situação de uma velha senhora submetida a uma série de exames para revelar a qualidade da saúde urbana, a cidade de São Paulo e toda sua região metropolitana são reprovadas em um conjunto de itens vitais que já afetam o presente e devem tornar-se críticos, se não irreversíveis, no futuro imediato. Com limitações preocupantes em relação a fontes de água potável, São Paulo e seu entorno têm reduzido tratamento de esgotos, poluição atmosférica sobrecarregada por transporte individual, impermeabilidade do solo e, entre outros comprometimentos, ilhas de calor que implicam chuvas destruidoras todo verão.

O mundo passa por uma crise ambiental com raízes localizadas basicamente no excesso de consumo dos recursos naturais. E é nas cidades que se manifesta a maior demanda pela oferta de alimentos, transporte, moradia, recursos hídricos, saneamento básico e energia. No Brasil, em 2000, 81,2% da população já vivia em áreas urbanas. A previsão para 2030 é que cerca de 60% das pessoas viverão em áreas urbanas do planeta. Os impactos da complexidade do metabolismo urbano produzem efeitos dramáticos sobre diversos aspectos da saúde e sustentabilidade, tanto local como regional e mesmo em escala global. A pressão da urbanização sobre o ambiente varia de acordo com o tipo das cidades.

Metrópoles como Londres, Paris e Nova York, que tiveram crescimento gradual, puderam usufruir dos benefícios de um processo de planejamento dinâmico e da consolidação da infraestrutura, incluindo o sistema de transporte público. Em contrapartida, contrapartida, cidades que cresceram rapidamente, principalmente nos países em desenvolvimento, passaram da juventude para a decrepitude e deterioração sem tempo de amadurecer.

São Paulo é uma representante típica do segundo grupo, com crescimento veloz e desordenado, ligada a mais 38 cidades que formam sua região metropolitana, numa área de 7.944 km2. Esse processo desordenado, com frequência confundido com desenvolvimento, trouxe problemas ambientais de solução complexa e cara, que afetam negativamente a vida de 20 milhões de habitantes dessa megaconurbação.

Prá ler mais:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_saude_precaria_de_uma_velha_senhora.html

Link enviado por Kalú

Mobilidade urbana


Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
Quinta, 10 de Junho de 2010 18:09


O tráfego das pessoas é uma questão significativa para quem vive em grandes cidades. Congestionamentos, falta de vagas, poluição, atropelamentos são alguns dos temas evocados quando se pensa mobilidade urbana. O segundo dia do seminário A pós-graduação e o desafio das metrópoles promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na quinta-feira, 10, tratou desse tema em uma mesa-redonda sobre circulação e mobilidade no espaço metropolitano. Ao final, os palestrantes deixaram claro a necessidade de uma abordagem multidisciplinar do tema.

A professora Maria Leonora Maia, da Universidade Federal de Pernambuco, explicou como nos últimos dez anos ocorreu uma “explosão da mobilidade” nas grandes cidades brasileiras: se viaja mais, para cada vez mais longe e de maneira individual. Os poucos investimentos em transportes nao-motorizados e públicos podem levar, para a especialista, a uma “imobilidade” das metrópoles.

“Os congestionamentos são cada vez mais frequentes. Promovemos um estilo de vida dependente do automóvel. Em algumas cidades, chega-se a ter dois habitantes por veículo. Um aumento do número de automóveis maior que o próprio aumento da população”, explica a professora.

Segundo Maia, a mobilidade se comporta de forma distinta para diferentes classes sociais, quanto mais alta maior o índice do uso do transporte privado. “A carência de transporte público reforça a exclusão da população pobre e incentiva as viagens de automóveis de quem o possui, trocando viagens curtas a pé e de bicicleta por locomoções de carro”, afirmou.

Prá ler mais:

http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/3872-seminario-aborda-problemas-da-mobilidade-urbana

sábado, 16 de outubro de 2010

Horário de Verão














Hoje! Adiantar o relógio à 00h00

SPTuris lança guia de restaurantes como aplicativo para iPhone

SPTuris lança guia de restaurantes como aplicativo para iPhone

São Paulo antiga e São Paulo abandonada


http://www.saopauloantiga.com.br/

Desenvolvido a partir da ideia apresentada através do site português Lisboa Abandonada e também pelo argentino Basta de Demoler, onde cidadãos de uma maneira informal criam arquivos fotográficos e iconográficos registrando construções esquecidas na cidade, elaborou-se o projeto de catalogação e histórica da cidade de São Paulo chamado inicialmente de: “São Paulo Abandonada”. Tomados pelas duas referências, já que estamos interessados na preservação e conservação de nossa história, o site foi desenvolvido após uma análise de que a cidade de São Paulo vem sofrendo constantes transformações e pouca preservação.

O site é mantido por uma dupla antenada com os problemas da cidade.
Douglas Nascimento, fotógrafo, jornalista e pesquisador
Glaucia Garcia de Carvalho, historiadora é professora em Guarulhos

Eles abrem espaço para denúncias por meio de um formulário e envio de fotos.Tem entrevistas, artigos e muita, muita foto.



Quando abrir, entre! Simples assim andar de Metrô.
Imagens de 2009, Youtube

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Resistente Memorial à ciclista atropelada


Sempre que passo nesse pedaço da Paulista, entre Gazeta e Al. Campinas, observo o memorial à ciclista atropelada na avenida. Antes era uma linda bicicleta branca decorada com flores e uma faixa pendurada lembrava o nome de Márcia e a saudade da família. Não sabia nada sobre ela, tampouco a data da sua morte na Paulista. Pesquisei e descobri esse site que informa como Márcia perdeu a vida e como os ciclistas ainda são invisíveis nas ruas. Fiz essa foto nessa semana, e conforme seu memorial é retirado do canteiro, algum amigo ou familiar o ergue novamente, dessa vez mais simples, porém com a mesma força na mensagem. Márcia vive! Vive em todos outros ciclistas que correm riscos diarimente mas, que resistem e pedalam pela cidade.

Desde o ano passado, quando Márcia morreu, a presença de ciclo-faixas ainda é mínima na cidade. Apenas em alguns percursos e horários os ciclistas contam com a ciclo-faixa.
Prá saber mais: http://www.ciclofaixa.com.br/blog/

Segue a notícia e as informações sobre Márcia, do site Centro de Mídia Independente e do Estadão:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/01/437827.shtml

Márcia Regina de Andrade Prado, 40, faleceu nessa quarta-feira, dia 14 de janeiro (2009), ao ser atropelada por um ônibus enquanto pedalava na Av. Paulista. Participante da bicicletada paulistana, ela era uma das signatárias do Manifesto dos Invisíveis, no qual ciclistas afirmam que o que falta não são ciclovias, mas o entendimento de que os ciclistas também são parte do trânsito e que devem ter suas vidas respeitadas:

"As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os veículos (...) Em vez de ciclovias, a instalação de bicicletários deveria vir acompanhada de uma campanha de educação no trânsito e um trabalho de sinalização de vias, para informar aos motoristas que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a bicicleta; nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas".

Márcia pedalava na faixa da direita, destinada aos veículos mais lentos, na altura da Fundação Cásper Líbero. O motorista do ônibus, Mario José de Oliveira, 53, relatou à imprensa que "não teve culpa pelo acidente" e que tinha a sua "consciência tranqüila". Segundo o código de trânsito, os motoristas devem manter 1,5 metro de distância do ciclista, por todos os lados. Se esta lei houvesse sido respeitada, Márcia ainda estaria entre nós. Em 2006, ano do último levantamento publicado pela CET, 85 ciclistas morreram no trânsito em São Paulo.

Nós do Centro de Mídia Independente lamentamos profundamente a morte de Márcia e manifestamos solidariedade a todos e todas ciclistas. Por uma cidade onde as ruas sejam de todos - ciclistas, pedestres, catadores, cadeirantes, skatistas, carrinhos de bebê etc. - e não apenas dos veículos motorizados!


http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,apos-morte-de-ciclista-movimento-faz-ato-na-avenida-paulista,307645,0.htm

Ela sempre usava a bicicleta para ir de casa, no bairro do Ipiranga, na zona sul, até a residência dos clientes. Márcia pedalava na altura do número 1.150 da Paulista, sentido Consolação, quando perdeu o controle e caiu no asfalto. A roda traseira de um ônibus passou por cima de sua cabeça. Márcia morreu na hora - só às 16h15 foi possível liberar totalmente a avenida. A massagista é mais uma vítima da guerra diária que envolve motoristas, motociclistas, pedestres e ciclistas. Todos os dias, o trânsito de São Paulo mata em média 4,3 pessoas e fere com alguma gravidade pelo menos outras 72 - uma "epidemia" que faz mais vítimas fatais que aids, insuficiência cardíaca e tuberculose, conforme revelou o Estado em setembro.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010